Vendas online devem se expandir para 22% do varejo total nos EUA até 2026

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Imagem: Bigstock

Elas devem representar mais de US$ 1 em cada US$ 5 gastos

consultoria americana McMillanDoolittle prevê que as vendas online devem passar de 14% para 22% do total comercializado pelo varejo nos Estados Unidos até 2026. Elas devem representar mais de US$ 1 em cada US$ 5 gastos naquele mercado.

Impulsionando esse crescimento, estão marcas globais, como Amazon e Alibaba, varejistas regionais, como a americana Walmart e a alemã Otto, empresas especializadas, como Etsy, Newegg e Zalando, e varejistas tradicionais, como Best Buy e J Crew.

Em um webinar realizado pela McMillanDoolittle, Ricardo Escalante, da divisão de marketplace do Walmart International, apontou as vantagens estratégicas oferecidas aos parceiros. Ele destacou que, com o modelo de negócios de terceiros, as marcas controlam inventário, preços de varejo, cumprimento e serviço de atendimento ao consumidor.

O trabalho de Ricardo no mercado canadense, auxiliando marcas e varejistas nos Estados Unidos a se tornarem parceiros vendedores no mercado do Walmart Canadá, é destacado por seu programa Ship With Walmart. O programa permite que as empresas aproveitem as taxas negociadas do Walmart para remessas internacionais e inclui serviços como administração de alfândega, taxas e harmonização de produtos para transações de comércio eletrônico internacionais.

Vantagens do marketplaces

Em comparação com um modelo tradicional de atacado, em que os varejistas controlam todos os aspectos da experiência do consumidor, os marketplaces oferecem às marcas mais liberdade e controle.

O controle de marca e preço nos canais de vendas provará ser a chave para que as taxas de crescimento sejam altas. Para a McMillanDoolittle, se as marcas continuarem a adotar estratégias agressivas de crescimento, outras seguirão pelo mesmo caminho, alimentando ainda mais o mercado.

Ainda na análise de consultoria, à medida que os recursos de varejo digital continuam a evoluir, os mercados precisarão disputar a atenção dos consumidores. Varejistas como o Walmart, que têm lojas físicas, podem usar seus ecossistemas a seu favor sobre a Amazon.

Fonte: Mercado & Consumo

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