Shopping centers preveem aumento de 7% nas vendas de Natal deste ano

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Estimativa divulgada pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) aponta que as vendas de Natal deste ano devem ter alta de 7% frente ao mesmo período do ano anterior. A pesquisa foi feita entre os empreendimentos em operação no País com base no movimento de clientes nos malls e a melhora do cenário econômico.

A entidade informou que o setor comemora a estimativa positiva para as vendas de  em dezembro, uma vez que no ano passado, as vendas tiveram leve alta de 0,3%, ou seja, ficaram estagnadas ao serem comparadas com o igual período de 2015. A Abrasce afirmou que no levantamento pelas categorias que terão maior procura no período, os artigos de vestuário aparecem em primeiro na preferência do consumidor, eletrônicos em segundo e como terceira opção, os calçados.

Com a perspectiva de vendas melhores neste ano, a entidade explicou que a contratação de temporários também terá alta este ano. Os lojistas preveem alta de 5% na contratação de profissionais para atender a demanda dos consumidores .

Dados gerais

A Associação Brasileira de Shopping Centers aproveitou a divulgação das perspectivas para o Natal e enfatizou que 2017 foi um ano positivo ao setor, mesmo o País ainda em crise econômica.

O índice medido pela Abrasce sinalizou que no acumulado até setembro, alta de 5% nos negócios dentro do segmento de shopping centers. O desempenho melhor no segundo semestre, indica que deve ser atingida a meta estabelecida para 2017, de crescimento de 5% a 7% nas vendas.

Em análise, a direção da entidade setorial afirmou que a perspectiva para o Natal deste ano ressalta a tendência de melhora consistente da economia brasileira ao longo deste ano. “A retomada gradativa da confiança do consumidor no segundo semestre deu um fôlego maior ao varejo”, afirmou o presidente da associação, Glauco Humai.

Ainda segundo avaliação da Abrasce, a melhora dos índices de emprego e de confiança do consumidor, aliadas à redução da taxa de juros e da inflação, também indicam 2018 melhor, assim como serão as vendas de Natal deste ano.

 

Fonte: Economia

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